Wednesday, May 21, 2008

Um verdadeiro genocidio


Gente, a comunidade imigrante negra na Africa do Sul, tem vivido autenticos dias de terror. Ha um genocidio que esta a ser perpetrado, por alguns grupos isolados, que invocam ser eles, parte da chamada 3a força. O estranho eh que a motivaçao deste verdadeiro genocidio, nao esta claro. As imagens em anexo retratam esse triste espectaculo; agora, se olhar muito bem na 1a foto, facilmente percebera que o agente policial do meio ta se rindo da situacao, enquanto um deles tenta puxar a manta em chamas. Porem, o outro da sinais de estar a fugir da situacao. A ver vamos, onde eh que esta onde nos leva.

Tuesday, May 20, 2008

Xenophobic attacks - What a situation?





With attitudes along the lines of "They corrupt our sisters and do drugs", "They take our jobs, our girls, and they're selling drugs", and "They are very corrupt and they increase our crime levels by selling drugs", it's clear that addressing xenophobia will not be easy.
Research done recently across the country to gauge the extent of xenophobia shows that that immigrants from African countries are not welcome by South African 'main market' consumers. The main reason why South Africans feel this way is because they attribute crime and unemployment in South Africa to foreign immigrants from other African countries.
There is a strong believe, suggesting that most of the foreign immigrants comes from Nigeria, Zimbabwe and Mozambique. The least-welcome immigrants are Nigerians, according to the research.
"The Zimbabweans and Mozambicans are being targeted, because they are competing for limited jobs and services. There's this idea that they are keeping these from South Africans, but this is very difficult to prove."
Many immigrants have obtained South African ID books illegally and been given RDP houses ahead of locals, compounding this problem.

Monday, May 19, 2008

Isto aconteceu no Hluhluwe Imfolozi Park no Kwazulu Natal


Este triste incidente aconteceu em Kwazulu Natal, felizmente nao houve vitimas a lamentar, agora que o casal pegou um susto a valer, la isso nao restam duvidas...

Thursday, May 15, 2008

Coisas do pais da marrabenta - Um mecanico feito ginecologista









Insólito no sistema de Saúde de Moçambique: Mecânico com bata de ginecologista
UM jovem de mil e uma profissões, entre as quais a de mecânico, foi denunciado, desmascarado e posto fora de acção, depois de ter assistido, durante três anos, várias pacientes na qualidade de médico especialista em ginecologia do Hospital Central de Maputo (HCM). Nelson Bata, de 29 anos de idade e natural da Beira, em Sofala, está detido desde segunda-feira numa das esquadras da capital, local para onde se dirigiu, ainda na qualidade de médico ginecologista, a fim de prestar declarações sobre o crime de agressão física à sua esposa, de nome Isa, por sinal, quem o denunciou às autoridades policiais e forneceu pistas para a descoberta da farsa, em Maputo, Quarta-Feira, 14 de Maio de 2008.

Entretanto, na sua reacção, a Direcção do Hospital Central de Maputo diz ter tomado conhecimento do caso através da Polícia da República de Moçambique, daí precisar de pelo menos 48 horas para investigar o caso e se pronunciar.
A esposa do falso médico, com quem tem um filho de apenas um mês, está a formar-se em Direito, na Universidade Eduardo Mondlane.
Nelson Bata revelou ontem ao nosso Jornal todas as suas artimanhas usadas ao longo desses três anos. Referiu, por exemplo, que já perdeu a conta do número de pacientes que atendeu no período em que vestiu a bata de falso médico. Confessou também que mentiu para os seus pacientes, amigos e alguns familiares, dizendo que trabalhava no maior hospital do país e em clínicas privadas de referência na cidade, tal é o caso da “222”, onde o fazia na qualidade de reputado ginecologista moçambicano formado na Europa.
O mecânico, de sangue frio, não só teve a veleidade de entrar na sala de ginecologia e observar pacientes como também improvisava gabinetes em locais como Urologia, Medicina e Anatomia Patológica para atender aos pacientes que, segundo dizia, não ter tempo.
Quanto aos medicamentos que receitava, o trapaceiro disse que os tirava na farmácia, onde já era conhecido como médico. Em relação a este ponto, um dos técnicos de farmácia, de nome Bernardo Fernando Mulhanga, ouvido ontem pela Polícia, confirmou que conhecia Nelson Bata como “Doutor”, e que pela forma como se apresentava e o seu à-vontade na abordagem de assuntos da saúde com outros funcionários nunca chegou a desconfiar que se tratasse de um burlão.
Para além de observar pacientes no HCM e circular livremente em diversas enfermarias onde se apresentava como especialista em ginecologia, Bata angariava pacientes fora e cobrava avultadas somas em dinheiro, e depois pedia aos seus “colegas” para que os atendesse, alegando estar bastante ocupado. Era assim que sempre agia.
Questionado sobre a facilidade de circulação naquele hospital, o mecânico disse que isso deveu-se às amizades que havia criado com alguns funcionários. Fala, por exemplo, de um enfermeiro de nome Freedson Lourenço Chuanga e do médico generalista Clésio Ilton Zaqueu, que os acusa de terem facilitado toda a sua movimentação, aquisição de medicamentos e tratamento a alguns pacientes.
Entretanto, após a descoberta e denúncia deste indivíduo pela respectiva esposa, várias pessoas dirigiram-se ontem à esquadra para reclamar uma série de burlas cometidas pelo “médico ginecologista”. No conjunto destas estão uma paciente que foi atendida por Nelson Bata, um outro jovem que reclama mais de 17 mil meticais, quantia referente à compra de indumentária para a sua boa imagem, bem como o pagamento de alguns tratamentos que não chegaram a surtir nenhum efeito.
Quem ficou boquiaberta com esta “novela” de Nelson Bata foi a sua segunda parceira, de nome Ester Joaquim Neves, 24 anos, que acompanhou a história, via televisão. Mãe de gémeos (com um ano e meio de idade) partiu para testemunhar in loco o que não acreditava ter visto pelos ecrãs.
Chegada à esquadra onde o burlão está encarcerado, foi difícil convencê-la sobre esta história que ouvia pela primeira vez, já que, para ela, Bata, não passava de um simples mecânico de automóveis. Bastante emocionada, chorou copiosamente diante do comandante da esquadra, procurando digerir a nova realidade em que havia caído, já que na véspera haviam estado juntos. “E agora, o que será de min e os meus filhos?”, indagava a jovem entre soluços.

FORMADO NO ICS E EXPULSO DO ESTADO

A HISTÓRIA deste vigarista começa na cidade da Beira, na província de Sofala, onde diz ter nascido. Segundo suas próprias palavras, fez o ensino básico numa das escolas do distrito de Gorongosa, formando-se depois no Instituto de Ciências de Saúde da Beira, em 1997. Após a sua formação diz ter sido afectado como técnico de farmácia em Caia e mais tarde em Marromeu. Lá, segundo ele, cometeu graves irregularidades e depois foi expulso, tendo regressado à cidade da Beira, já como um desempregado.
Em princípios de 2006, Nelson Bata escala Maputo e vem residir em casa de uma sua irmã. Enquanto fazia reconhecimento da cidade, encontrou-se com vários amigos de infância e conterrâneos seus e, a partir destes foi criando outras novas amizades. A uns dizia que tinha se especializado em ginecologia na França e África do Sul e que só estava em Maputo por curto tempo, e a outros dizia que já estava a trabalhar no Hospital Central de Maputo e que só faltava a sua admissão efectiva.
Nas suas novas amizades, o trapaceiro foi recolhendo vários contactos e passou a frequentar a roda de amizades onde se identificava como médico recém-formado no estrangeiro.
Teria sido nessas suas relações que ele encontrou-se com um amigo de infância, de nome Clésio Ilton Zaqueu e que estudara com ele em Gorongosa. Depois de ter sabido que Clésio Zaqueu é formado em Medicina Geral, pela Universidade Eduardo Mondlane, Bata apresentou-se como médico e a partir disso reataram uma antiga relação de amizade quanto mais não fossem todos médicos.
Nelson Bata não explica como é que conseguiu arranjar o crachá que ostentava o logotipo do HCM e as suas funções, mas diz que o estetoscópio, a bata e as calças de médico pediu-os emprestado a Clésio Zaqueu, alegando que o seu uniforme ainda estava por receber, algo, segundo ele, prontamente aceite pelo amigo, porém na condição de que os devolveria.
A partir daí começou a ir com mais frequência ao hospital que já o conhecia muito bem, pois lá estivera vezes sem conta na condição de paciente. E quando lá chegou “encartado” a médico ginecologista diz que os funcionários do hospital não desconfiaram nada, pois a indumentária, o crachá e o estetoscópio conferiam-lhe o ar de um médico especializado em ginecologia.
E assim foi enganando meio-mundo até que a bomba rebentou.

Friday, May 9, 2008

Pontes Invisiveis - Por Filipe Nhamussua

Quao bom saber que as pontes invisiveis, mas reais ainda nos podem unir. Nao ando no silencio, nao, continuo provocador, particular alvo, Mozaleiros nao expatriados e amigos de outras companhias, assuntos diversos com mais enfoque mensagens de incentivo moral e espiritual, diariamente "Guia do Dia" e semanal "Encontro".

Demorei responder pois como operator, sem PC particular no job, trabalhando com adultos para quem ler/escrever emails parece coisa de "ngonhar" entao tenho de recorrer a net nos momentos fora de trabalho; tb me delicio com o blog do Melo, uma vez por semana pelo menos visito-o, meus parabens pela iniciativa e por saber desfrutar da oportunidade.

Aqui estamos no deserto, pequena vila, dista 600km da capital do estado do Sul, estamos no outono, que para nos de Mozambique ja significa frio, dizem que no inverno desce abaixo de zero, ai de nos!!! Chuva coisa rara, vista como grande noticia por aqui; unico Mozambican; Lote ja esta em outro estado WA, Perth e muitos Zimbabweanos;
Pouco para ver e desfrutar, so para terem ideia, um lago que formou ha coisa de um ano por chuva intensa que caiu, ha 30km da vila, tornou-se num autentico lugar de lazer, juntam-se em "barbequiu BBQ" que nos chamamos de "braii"; faco 4dias, 4 folgas, 4 noites, o tempo fora de trabalho, tentar tirar proveito de online cursos que me podem ser uteis, ajudar a patroa e os meninos a digerir a lingua do "Shakes"; ginasticar, aprender a cozinhar,... enfim vai valendo.

"Evitar erros e fazer a diferenca" vivo tambem isso na pele, enquanto eu nao devo, os Aus/Cangurus podem cometo-los semelhantes quantas tantas poderem e quiserem ou vice-versa; felizmente porque mais aprendemos e nos capacitamos para resolver os problemas;
Alguem ensinou-me assim: "cada dificuldade serve de oportunidade para mais uma vitoria";

Perdoem me, estou ainda buscando a virtude de escrever pouco, quando tenho muito para dizer em pouco espaco; oro por vos para que Deus abencoe a cada um, familias, trabalho/estudos;


“What you leave behind is not what is engraved on monuments,
But what is woven into the lives of others.” Pericles

Thursday, May 8, 2008

25/04 a 04/05/08 - Umas mini ferias em Maputo




Ha sensivelmente dez meses, que nao ia a Maputo com tempo suficiente, para o convivio e descanso merecido; mas desta feita tive essa oportunidade. Fiquei 9 dias, periodo que julgo ser o suficiente demais para carregar as baterias, para mais um periodo de trabalho arduo nas terras do Rand.


Algumas coisas chamam atencao na terra da marrabenta; senao vejamos: grande parte das avenidas da capital do pais estao a ser remodeladas, pela primeira vez desde a independencia nacional que data de 1975, pensou-se num sistema de drenagem;o unico senao aqui, eh que o trabalho eh feito um tanto a quanto atabalhoado, isto eh, um troço aqui, outro ali e conduzir nao horas de ponto nao eh nada facil. Esta de parabens o municipio de Maputo.




A ocasiao serviu tambem para trocar uns copos e rever os ex-colegas da Mozal.